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UEPB implanta catracas com reconhecimento facial e amplia vigilância eletrônica no campus de Campina Grande

UEPB reforça segurança com reconhecimento facial A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) iniciou a implantação de catracas eletrônicas com identificaç...

UEPB implanta catracas com reconhecimento facial e amplia vigilância eletrônica no campus de Campina Grande
UEPB implanta catracas com reconhecimento facial e amplia vigilância eletrônica no campus de Campina Grande (Foto: Reprodução)

UEPB reforça segurança com reconhecimento facial A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) iniciou a implantação de catracas eletrônicas com identificação biométrica facial em prédios do campus I, em Campina Grande, Agreste da Paraíba. O sistema de reconhecimento facial deve entrar em funcionamento com o retorno das aulas presenciais do semestre 2026.1, previsto para abril. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp As aulas do semestre 2025.2 retornam de forma presencial na segunda-feira (2), após a greve docente ocorrida entre os meses de setembro e dezembro do ano passado e um período de atividades remotas de 10 dias, entre 10 e 20 de dezembro. Neste retorno presencial, previsto para os meses de fevereiro e março, o acesso aos prédios permanece livre, sem a utilização das catracas com reconhecimento facial, cuja implantação ainda está em andamento, mas, o monitoramento por câmeras já em pleno funcionamento. Nesta primeira etapa, as catracas estão sendo instaladas na Central Acadêmica Paulo Freire e no Centro de Ciência e Tecnologia (CCT). De acordo com a universidade, quando o sistema estiver em operação, o acesso a esses prédios será realizado exclusivamente por meio de reconhecimento facial. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Monitoramento nas áreas da universidade Catracas com reconhecimento facial são instaladas no campus I da UEPB Foto: Divulgação/UEPB De acordo com a universidade, cerca de 168 novas câmeras de segurança já estão instaladas em pontos estratégicos do campus. O sistema conta com monitoramento eletrônico integrado e parceria com a Polícia Militar, por meio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), além da vigilância interna da própria instituição. Algumas das câmeras utilizam inteligência artificial, capaz de identificar situações de risco ou emergência e acionar automaticamente a equipe de segurança. A Central Acadêmica Paulo Freire passou a contar com quatro câmeras por andar, com visão de 360 graus e capacidade equivalente a oito câmeras convencionais cada. As medidas de segurança ganham ainda mais relevância após o ataque a tiros ocorrido em 3 de abril de 2025, dentro de uma copiadora na Central Acadêmica Paulo Freire (CAPF). Na ocasião, Keine Diniz, de 40 anos, foi morto, e o copista Wesley Porto ficou ferido. O autor dos disparos, Flávio Medeiros, tirou a própria vida após o crime. Segundo a Polícia Civil, o ataque foi motivado por vingança e teria sido premeditado, após o suspeito não aceitar o fim de um relacionamento e descobrir que a ex-esposa estaria se relacionando com a vítima. Outras pessoas também foram afetadas pela situação, incluindo uma estudante que pulou do primeiro andar durante a correria e um idoso que passou mal após ouvir os tiros. Cadastro será feito pelo SUAP Novo sistema de segurança começa a ser implementado na UEPB Foto: Divulgação/UEPB O cadastramento da biometria facial será simples e totalmente digital, realizado por meio do Sistema Unificado de Administração Pública (SUAP). A base de dados vai reunir informações de estudantes matriculados e servidores da instituição, que serão encaminhadas à empresa responsável pela implantação das catracas. A fotografia utilizada no cadastro deverá seguir critérios semelhantes aos exigidos em documentos oficiais, como fundo branco, imagem atualizada e ausência de acessórios, a exemplo de óculos e bonés, além de não permitir paisagens ou outros elementos no enquadramento. Cada integrante da comunidade acadêmica vai receber um link individual para realizar o cadastro da biometria facial, que será vinculada ao banco de dados do sistema de controle de acesso. O projeto prevê a instalação de 12 catracas eletrônicas com reconhecimento facial. “Esse novo sistema ainda é um protótipo. O semestre 2025.2 será um período de experimentação, com seis meses de avaliação. A partir de 2026.1, a ideia é que só tenha acesso quem estiver devidamente cadastrado”, explicou a pró-reitora da UEPB, Weruska Brasileiro Ferreira. Quando estiver em funcionamento, o fluxo de pessoas na Central Acadêmica Paulo Freire e no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) será monitorado pelo Centro Integrado de Comando e Controle de Campina Grande (CICC). Além dos prédios acadêmicos, a universidade já implantou um controle de acesso mais rigoroso em laboratórios que utilizam substâncias químicas fiscalizadas pelo Exército e pela Polícia Federal. De acordo com a universidade, os equipamentos utilizam inteligência artificial e possuem alta sensibilidade para identificar movimentos bruscos, brigas e situações consideradas suspeitas. A estrutura de segurança inclui ainda a instalação de 14 totens de segurança, tecnologia adotada em estratégias de combate à criminalidade em espaços públicos. Com a expansão da vigilância eletrônica, o Câmpus I passou a contar com mais de 600 câmeras distribuídas em pontos estratégicos. Outra medida anunciada é a implantação de botões de pânico, que devem entrar em fase de testes ainda neste semestre. A proposta é que, ao acionar o dispositivo em situações de risco, o usuário tenha contato direto com o setor de segurança da UEPB e com a Polícia Militar, ampliando a resposta rápida a ocorrências dentro da universidade. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

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